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terça-feira, 20 de março de 2012

O poder de um Sorriso!!!!


O poder de um sorrisoBookmark e Compartilhe
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 Havia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus.
  Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, portanto encheu sua mochila com pastéis e guaraná, e começou sua caminhada.
. Depois de ter andado três quadras, encontrou um velhinho sentado em um banco de praça olhando os pássaros. 
O menino sentou-se junto dele, abriu a mochila, e ia tomar um gole de guaraná quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome.
Então ofereceu-lhe um pastel.
O velhinho, muito agradecido, aceitou e sorriu ao menino.
Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo, então, ele ofereceu-lhe seu guaraná.
Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino.
O menino estava muito feliz!
Ficaram sentados ali sorrindo, comendo pastel e bebendo guaraná pelo resto da tarde, sem falarem um ao outro.
Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele voltou, e deu um grande abraço no velhinho.
O velhinho deu o maior sorriso que o menino já havia recebido.
  Assim que o menino entrou em casa, sua mãe, surpresa, perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face:
“O que você fez hoje que te deixou tão feliz?” e ele respondeu:
“Passei a tarde com Deus” e acrescentou:
“Você sabe, ele tem o mais lindo sorriso que eu já vi”.
 Enquanto isso, o velhinho chegou em casa radiante, e seu filho perguntou:
“Por onde esteve que te deixou tão feliz?”e ele respondeu:
“Comi pastéis e tomei guaraná no parque com Deus”.
 Antes que seu filho pudesse dizer algo, ele falou:
“Você sabe que ele é bem mais jovem do que eu pensava?”
 Nunca subestime a força de um sorriso, o poder de uma palavra, de um ouvido para ouvir, de um honesto elogio ou até um ato de carinho.
Por medo de chorar, deixamos de sorrir!
Portanto sorria!


A Videira Desprotegida!!!!!


A videira desprotegida
A videira era apenas uma pequena
raiz. Ela viera do Egito.
Atravessara o mar Vermelho.
Atravessara os desertos.
Caminhara dezenas de
quilômetros. Atravessara o rio
Jordão. E, por fim, chegara à terra
prometida. Os antigos moradores
foram expulsos. O mato foi
cortado, as pedras foram
removidas e o terreno foi
adubado. Então a pequena muda
de videira foi festivamente
plantada. O Agricultor fez questão
absoluta de colocar ao redor da
plantinha uma cerca para protegê-
la dos lobos e dos ladrões. Além disso, Ele construiu uma torre
de vigia e um lagar. O lagar era para se espremer as uvas da
videira e a torre era para se colocar um guarda para vigiar toda a
região e dar o alarme, caso percebesse a aproximação de
alguém com más intenções.
A videira vingou, cresceu, encheu a terra, e até os montes foram
cobertos com a sua sombra. Os seus ramos chegaram até o mar
Mediterrâneo, de um lado, e até o rio Eufrates, do outro lado.
Passados muitos e muitos anos, a videira foi destruída, porque o
próprio Agricultor derrubou a cerca e deixou os javalis e os
vizinhos distantes se apoderarem dela. Mas a culpa não é de
Deus, o Agricultor, e, sim, de Israel, a videira.
Quando o pecado e a apostasia tomam conta de uma geração,
Deus derruba a cerca que a protege. Então o povo faz a mais
solene pergunta de todos os tempos: “Por que derrubaste as
suas cercas, permitindo que todos os que passam apanhem as
suas uvas?” (Sl 80.12).
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